terça-feira, 11 de outubro de 2011

Top 5 das expressões sem sentido que usamos nas Igrejas

Atendendo a pedidos, segue a lista de expressões que perderam (ou nunca tiveram) o sentido ao longo das experiências “cristãs” ensinadas pelas Igrejas.

5 – EXORTAR
Essa expressão é usada de modo equivocado em 100% das Igrejas. Segundo qualquer dicionário, exortar significa “animar, incentivar, estimular”. Logo, exortar o irmão que está em pecado na verdade não significa repreende-lo. Quem está vivendo no erro não precisa de um incentivo, mas de um auxílio.

4 – LEVITA
Essa morreu no Antigo Testamento. Os Levitas eram descendentes da Tribo de Levi, e eram encarregados de TODO O SERVIÇO no Templo. Mas Levita tem sido usado como sinônimo de músico. Besteira pura! Pra começar a música no serviço levítico era a menor das tarefas. A faxina, organização e carregar peso nas costas, isso sim era a parte mais importante do trabalho. Levando em conta que não somos judeus, não somos descendentes daquela tribo e também lembrando que o Templo não existe mais, então estamos dispensados do serviço levítico. Músico é músico. Ponto.

3 – PROFETA
Segundo a bíblia, profeta é aquele que revela a vontade de Deus ao povo. Simples assim. Porém tornou-se comum considerar que profeta é uma espécie de adivinho. Heresia pura! Considerando que TODA A REVELAÇÃO está em Cristo Jesus e que o conhecimento acerca desta revelação está contida nas escrituras, um profeta legítimo não deve adivinhar nada, mas proclamar de maneira compreensível as coisas que estão contidas na palavra de Deus. Por isso Paulo afirma que o dom de profetizar é o dom mais excelente. E se você ainda paga pau pra adivinhos, lembre-se que ADIVINHAÇÃO é pecado.

2 – UNÇÃO
Como dizem por aí, UNS SÃO, outros NÃO SÃO. Agora falando sério… a expressão unção virou clichê na boca de crente. É unção disso, unção daquilo… tudo sempre buscando atender ao interesse economico; ou garantindo o controle das massas sob o pretexto de que UNÇÃO É PODER. Pra começar no Novo Testamento a palavra unção só é usada no sentido de afirmar que Cristo está em nós. Logo, ter unção é ter Cristo. Em todos os outros contextos, há ensinos explícitos sobre o ato de “ungir” pessoas, que seria orar com óleo, pedindo a Deus por curas específicas. Há algum poder neste óleo? Não mesmo. Mas é bom lembrar que no contexto bíblico, óleo também era considerado remédio para muitas doenças.

1 – ATO PROFÉTICO
Essa é a campeã da lista de heresias. Se sua igreja usa essa expressão, então a teologia por aí tem sido profundamente contaminada com valores neopentecostais. Pra começar não existe a expressão “ato profético” na Bíblia. Essa expressão surgiu na verdade como uma tentativa de disfarçar o conceito de podemos fazer coisas que “movem a mão de Deus” na direção de nossos desejos. Ou seja, heresia pura.

Meu conselho é… cuidado com as expressões.
Por que as mínimas coisas podem revelar grandes besteiras.
Vão com Deus!
Ops! Como alguém poderia ir “sem Deus”, se Deus é onipresente e está em todos lugares mesmo antes de eu pensar em me mover?

Retirado do www.ariovaldo.com.br

Evangelizar: é e não é...

Evangelizar não é impor a verdade. Não queremos forçar ninguém a aceitar nossa fé. Isso é proselitismo. “Não por força, nem violência, mas pelo Espírito do Senhor” (Zc 4.6)


Evangelizar não é fazer propaganda religiosa. A mensagem do Evangelho não é sustentada por frases de efeitos ou por apelos bonitos por fora, mas irreais por dentro. Não se trata de conseguir o maior número possível de adeptos para nossas igrejas.


Evangelizar não é pedir favores. Ninguém deve ouvir o Evangelho “só para nos agradar” ou para manter a amizade conosco. Ninguém deve nada a nós. A responsabilidade diante do Evangelho é de quem ouve.

Evangelizar é ajudar o outro a atravessar a barreira da falta de fé. Como disse o homem a Jesus: “Senhor, ajuda-me na minha falta de fé” (Mc 9.24). Nos damos as mãos e atravessamos juntos em direção à entrega total ao Senhor da vida.


Evangelizar é ser testemunha das boas novas. Assim Jesus nos identificou em Atos 1.8. Testemunhar é compartilhar, a partir da própria experiência com Deus, o que é o Evangelho.


Evangelizar é viver o Evangelho. Deus nos chama, antes de tudo, para viver o Evangelho, na teoria e na prática (Tg 1.22-27), em todas as dimensões da vida. O Evangelho não vivido é uma farsa; bonito por fora, mas oco por dentro. Não traz credibilidade. É descartável. Como disse João, “quem tem o Filho tem a vida, quem não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1 Jo 5.12).

Extraído de http://solomon1.com/

O Vinho do Casamento

Essa é pra acabar mesmo! Até onde vai a loucura dos "cristãos" brasileiros? Deus nos ajude!

Onde encontrar Deus?

Onde, então, Te encontrei, para Te conhecer? Não estavas ainda em minha memória antes de eu Te conhecer. Onde, então, Te encontrei, para Te conhecer, senão em Ti mesmo, acima de mim? No entanto, aí não existe espaço. Quer nos afastemos de Ti, quer nos aproximemos, aí não existe espaço algum. Ó Verdade, por toda parte assistes aos que Te consultam e respondes ao mesmo tempo a todas essas diversas consultas. Tuas respostas são claras, mas não para todos. Os homens Te consultam sobre o que querem, mas nem sempre ouvem as respostas que querem. Teu servo fiel é o que não pensa em ouvir de Ti a resposta que quer, mas em querer a resposta que lhe dás. (Santo Agostinho)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Falta Coragem


Rodomar Ramlow

Muitas pessoas compreendem como cristãos aqueles que seguem algum padrão moral rigoroso. De fato, muitos evangélicos parecem ter o que dizer apenas quando o assunto envolve sexualidade, bebida alcoolica ou drogas (são contra, claro!).


Poucos se arriscam pensar por conta própria. Facilmente caímos na tentação de apenas repetir os chavões de algum líder mais eloquente. Nos tornamos, assim, um povo legalista e sem proposta. Se tirarmos essa 'meia dúzia' de assuntos polêmicos acabaremos sem nenhum cavalo de batalha para legitimar a nossa existência.


Política só entrou no debate cristão esse ano por causa da ameaça envolvendo 'a moral e os bons costumes' (quase tudo relacionado à sexualidade). Quando, na verdade, não precisamos fazer dessas coisas uma discussão religiosa. Promiscuidade, encher a cara, fumar, usar outros tipos de drogas é mais burrice do que uma questão de fé. Não precisa ser cristão para perceber o que prejudica a si mesmo, o que faz mal à saúde, o que é expressão de carência afetiva, basta um mínimo de inteligência (Gálatas 6. 7).


Quem acredita que ser cristão é estar numa eterna luta entre os 'do contra' e os 'a favor' ainda não compreendeu nada. E, quem acha que o Evangelho (boa nova) é sair da casa do pai (Lucas 15. 11) para se esbaldar à revelia, entendeu menos ainda.


Um dos grandes problemas dos cristãos é que ainda não compreendemos bem a centralidade do Evangelho. Ignoramos o que significou a vinda, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Assim, vivemos com uma idéia vaga do que acreditamos ser o reino de Deus. Muitos se cansam de esperar e 'chutam o balde'. Quando na verdade, o que menos deveriam fazer é esperar. O problema é que o que nos falta nem é fé, compromisso, devoção, etc... Falta coragem.


Falta ousadia para assumirmos de fato o Evangelho. Assim, seguimos em nossas leituras seletivas da Bíblia. Colhemos aquilo que nos convém. Nos omitimos de um estudo sistemático mais sério e profundo. Na verdade, queremos o light, o consumismo burguês, as benesses da mesa do rei (Daniel 1. 5-8), chafurdar na lavagem dos porcos... Esquecemos aquela ilustração básica da folha seca (que o vento leva para onde quer) ou do peixe morto (que se deixa levar pela correnteza). Sem coragem para assumir o Evangelho ou deixar de vez a religião vinculada, criamos a nossa própria versão self service.


É claro! Sim, o pai deixou partir o filho mais moço (Lucas 15. 12). Nenhuma religião deveria conduzir seus fiéis pelo cabresto (mesmo que muitos fiéis assim o queiram!). O objetivo dos dons e do serviço cristão é, entre outras coisas, "que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro" (Efésios 4. 13, 14).

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2011/10/falta-coragem.html#ixzz1ZqSy2Yu8
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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Uma igreja que faz festas de aniversário para prostitutas


“Morte lenta”, 3h da madrugada


Tony Campolo conta de uma vez que estava pregando em Honolulu, no Havaí. Campolo vive na costa leste dos Estados Unidos, então seu corpo estava 6 horas à frente do horário havaiano. Às 3 horas da madrugada, era como se fosse 9h pra ele. Acordado e com fome para o café da manhã, ele se viu de madrugada em uma lanchonete “morte lenta”. Assim que deu a primeira mordida no seu donut, oito ou nove prostitutas entraram na lanchonete. O horário de trabalho estava acabando. A conversa do grupo era alta e barulhenta, era difícil não prestar atenção. Ela ouviu uma dizer a outra que era o aniversário dela no dia seguinte. “O que você quer de mim? Um bolo de aniversário?”, foi a resposta sarcástica. “Por que essa grosseria?”, ela respondeu. “Só estou dizendo. Eu não espero nada. Eu nunca tive uma festa de aniversário. Não estou esperando uma agora”. Quando Campolo ouviu isso, tomou sua decisão.

Quando as mulheres saíram, ele foi até o dono da lanchonete, um rapaz chamado Harry. “Elas vem sempre aqui?”. “Sim”, disse Harry. “Até aquela que estava sentada perto de mim?” “Sim, aquela é a Agnes. Por que você quer saber?” “Porque eu ouvi ela dizendo que é o aniversário dela amanhã, e eu pensei em fazermos uma festa surpresa”. Pausa. Então Harry esboçou um sorriso. “Essa seria uma boa ideia”. Não demorou muito para a esposa dele se envolver no plano também.

Em seguida

2h30 da madrugada seguinte. Campolo trouxe enfeites e Harry assou um bolo. A notícia se espalhou e era como se todas as prostitutas de Honolulu estivessem na lanchonete – além de Campolo, o pregador. Quando Agnes entrou com suas amigas, elas ficou pasma. Sua boca ficou aberta e os joelhos vacilaram. Ao sentar-se em um banquinho, todos cantaram “Parabéns pra você”. “Apaga as velinhas!”, alguém gritou, mas no fim das contas, foi Harry que teve que apagar. Então ele estendeu uma faca para ela. “Corte o bolo, Agnes, pra que a gente possa comer”. Ela olhou para o bolo. Então disse, vagarosamente, “Será que dá… se vocês não se importarem… pra esperar um pouco… pra comer o bolo?” “Claro, sem problema”, disse Harry. “Pode levar pra casa, se você quiser” “Posso?”, ela perguntou. “Posso levar pra casa agora? Eu já volto”. E lá foi ela, carregando seu bolo.

Que tipo de igreja

O silêncio reinava. Então Campolo disse “Que tal orarmos?”. E eles oraram. Campolo dirigiu um grupo de prostitutas em oração às 3h30 da madrugada. Quando terminaram, Harry disse “Ei, você nunca me contou que era algum tipo de pregador. A qual igreja você pertence?”. Campolo respondeu “Eu pertenço a uma igreja que faz festas de aniversário para prostitutas às 3h30 da madrugada”. Harry ficou em silêncio por um tempo, e depois resmungou, “Não, não é verdade. Não existe uma igreja assim. Se existisse, eu me juntaria a ela. Eu ia querer fazer parte de uma igreja assim”.

Campolo conclui seu relato:
Nós também não queremos fazer parte de uma igreja assim? Não amaríamos uma igreja que faz festas de aniversário para prostitutas às 3h30 da madrugada? (…) Mas qualquer um que lê o Novo Testamento descobrira que Jesus gostava de estar com prostitutas e todo tipo de gente excluída. Os coletores de impostos e os “pecadores” amavam estar com ele porque ele se reunia com eles. Os leprosos viam nele alguém que comia e bebia com eles. E enquanto algumas pessoas solenemente piedosas não entendiam o que ele estava fazendo, essas pessoas solitárias que normalmente não eram convidadas para festas o receberam com grande entusiasmo.

Retirado do http://www.pulpitocristao.com/
Traduzido por Filipe Schulz, para o iPródigo.com. Via: TeorLógico

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A Estrela de Davi é um símbolo maçônico ou satânico?




Ciro Sanchez Zibordi

Escritores, articulistas e pregadores do nosso tempo têm verberado contra Israel, acusando-o de oprimir os pobres palestinos e estar por trás das sociedades secretas. Alguns chegam a dizer que Salomão era satanista, e seus livros — constantes do cânon veterotestamentário —, satânicos! Tal conduta é influenciada pelos partidários da escatologia aterrorizante, que se opõem ferrenhamente a Israel e aos seus aliados (principalmente, os Estados Unidos).

Para quem observa a Palavra de Deus não há nenhuma novidade no fato de Israel ser odiado pelo mundo sem Deus. O que impressiona é ver cristãos (cristãos?) indignados contra Israel e aplaudindo o crescimento do terrorismo financiado pelo extremismo islâmico.

Os pregadores do terror não conhecem a história do povo de Israel. E demonstram desconhecer a verdadeira causa dos conflitos árabe-israelense e israelo-palestino? Se conhecessem a importância do povo israelita e de seu futuro glorioso (Rm 11), não alegariam que o governo norte-americano e a ONU protegem os judeus e prejudicam os seus inimigos, a mando dos bilderbergs.

Não existe um país que tenha sofrido mais sanções e advertências das Nações Unidas que Israel. Se os judeus são os protegidos dos bilderbergs — que, segundo os conspiracionistas, estão no controle de todas as coisas, inclusive da mídia —, por que documentários, reportagens, filmes e novelas apresentam Israel como o vilão dos conflitos árabe-israelense e israelo-palestino?

Pastores que costumam expor bandeiras de vários países em seus denominados cultos de missões, depois de assistirem a DVDs ou vídeos contendo teorias da conspiração, resolveram banir todo e qualquer símbolo de Israel de dentro dos templos, sobretudo a bandeira. É evidente que os cultos evangélicos não devem se tornar judaizantes, pois o cristianismo não é o mesmo que o judaísmo (Gl 1-4). Entretanto, devem os cristãos odiar o povo escolhido por Deus?

Quando Jerusalém foi destruída pelos romanos, no ano 70 d.C., muitos pensaram que os israelitas desapareceriam da terra, assim como outros povos. Contudo, mesmo sem território próprio e sofrendo terríveis perseguições, chegaram ao terceiro milênio como o centro das atenções. Depois de eles terem sido espalhados entre as nações, por desobediência a Deus (Dt 4.23-28,63,64; Lc 21.24), começaram a voltar à Palestina, e o Estado de Israel foi estabelecido, em 14 de maio de 1948. Tudo isso estava previsto nas Escrituras. O mesmo Deus que espalhou os judeus havia feito uma promessa de reuni-los em sua terra (Dt 4.30; 30.1-6).

Os palestinos são povos árabes que formavam a população nativa da Palestina antes de 1948 — não confunda com os filisteus, que habitaram essa região nos primórdios. Depois de expulsos da Jordânia, em 1970, os palestinos perpetraram repetidas ações terroristas contra as cidades e colônias agrícolas israelenses, causando danos físicos e materiais. E, a despeito de Israel e a Autoridade Nacional Palestina (ANP) estarem constantemente buscando a paz, ela nunca se estabeleceu.

Em 1987, jovens palestinos, cansados da ocupação israelense e da apatia da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), liderada por Yasser Arafat, resolveram atacar com pedras os soldados de Israel nos territórios ocupados de Gaza e Cisjordânia. Essa foi a primeira iniciativa para a criação da organização terrorista Hamas (acrônimo de Harakat Al-Muqawama al-Islamia), um movimento de resistência islâmica sustentado por extremistas muçulmanos milionários.

O Hamas não é apenas um grupo terrorista isolado. Ele representa todo o mundo muçulmano, especialmente os aiatolás de Teerã. E o Irã tem atacado Israel de modo indireto para adiar o anunciado ataque preventivo dos israelenses às instalações nucleares iranianas. Teerã não reconhece o Estado de Israel, mas sabe que a sua tecnologia bélica é de ponta e que as suas forças militares estão entre as mais bem equipadas e treinadas do mundo.

Na Palestina há judeus, cristãos, árabes, drusos, etc. Mas os fundamentalistas islâmicos, ignorando essa diversidade, pregam o fim do Estado de Israel e sua substituição imediata pelo Estado palestino. Os líderes do Hamas são jihadistas e estão dispostos a morrer pela causa que defendem, desde que matem muitos israelenses ou seus aliados. Entre 2000 e 2004, essa organização terrorista vitimou quase quatrocentos civis na Palestina.

Diante do exposto, é estranho ver expoentes cristãos (cristãos?) defendendo a causa dos palestinos e satanizando Israel. Aliás, esses pregadores de teorias da conspiração afirmam que os israelenses, com a intenção de dominar o mundo, criaram a maçonaria e a illuminati. E chamam de demoníaco o Escudo de Davi (hb. Magen David), mais conhecido como Estrela de Davi (hb. Kochav David), um dos símbolos mais respeitados pelo Estado de Israel.

O Escudo — ou Estrela — de Davi constante da bandeira de Israel tem origem no Antigo Testamento (Gn 15.1. Sl 18.2, etc.). Ele se assemelha a uma estrela de seis pontas porque foi criado a partir da letra hebraica dalet, a qual possui formato de triângulo e aparece duas vezes no nome do rei Davi (hb. David). O símbolo israelense nada tem a ver com pirâmides maçônicas ou com a imagem de um ser demoníaco da Idade Média parecido com um bode, em cuja cabeça há uma estrela de cinco pontas, e não seis.

São muitas as contradições dos pregadores do terror. Eles se opõem ao povo escolhido de Deus — Israel (Êx 19.5,6) — e demonizam os Estados Unidos, uma nação democrática e originalmente cristã. Ao mesmo tempo, nada dizem a respeito das más ações de políticos ligados a países com regimes ditatoriais, antidemocráticos e perseguidores dos cristãos (Cuba, Venezuela, China, Irã, Síria, etc.), além de não se oporem a movimentos terroristas, como Hezbollah, Hamas, Al Qaeda, Taliban, etc.

No afã de convencerem a todos de que as suas teses infundadas são verdadeiras, os adeptos da escatologia aterrorizante se baseiam em teorias da conspiração e em obras fraudulentas, como Os Protocolos dos Sábios de Sião, um livro escrito na Rússia, no auge do comunismo. Antissionistas e, sobretudo, antissemitas, os “terrólogos” arvoram-se contra a nação com a qual Deus firmou um pacto. E fazem inúmeros julgamentos caluniosos, não observando o que o Senhor Jesus ensinou (Jo 7.24; Mt 7.1,2). Ignoram eles que a base do julgamento das nações será o tratamento dispensado a Israel (Mt 25.31-46)?


Publicado em [BLOG DO CIRO]